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Festa de Santa Rita de Cassia acontece neste mês de maio


A partir desta terça-feira (01), a Comunidade Santa Rita de Cássia do Bairro Triguenã inicia seu tríduo de celebrações em preparação para a festa da padroeira. A programação estende-se por todo o mês até o dia 22, onde se encerrará com a Santa Missa em honra à Santa Rita de Cássia.

Confira a programação:

01 de maio (terça-feira) 19h : Santa Missa com benção dos doentes e das famílias.

08 de maio (terça-feira) 19h: Santa Missa com benção dos doadores e dos trabalhadores.

15 de maio (terça-feira) 19h: Santa Missa com benção da água, sal, e alimentos.

22 de maio (terça-feira) 19h : Santa Missa em ação de graças à Padroeira Santa Rita de Cássia.


No dia 19 de maio, a Comunidade Santa Rita promoverá no Salão de Festas da Comunidade Nossa Senhora Aparecida a partir das 20:30h, um Festival de Prêmios com premiações de R$ 1.200,00 ; R$ 600,00 ; R$ 400,00 ; R$300,00 e R$150,00. Para participar basta procurar a Secretaria Paroquial ou o Plantão do Dízimo e adquirir sua cartela. Toda a verba arrecadada será revertida em prol da construção do Centro Catequético e de reformas na capela da Comunidade. Desde já agradecemos a participação de todos!


HISTÓRIA DE SANTA RITA DE CÁSSIA

Santa Rita de Cássia, filha de Antonio Lotti e Amata Ferri Lotti nasceu em Cássia, na Itália, em 1381. Desde criança, a santa demonstrava seu desejo de viver uma vida em Cristo, acreditava no Amor pela Sagrada Família e, por isso, almejava constituir uma família. Seu pai, um juiz de paz, arrumou um casamento entre classes para a filha. No entanto, a moça acreditava que deveria casar por amor.


Conheceu nos mercados um homem, que salvou uma criança. Dias mais tarde o encontrou na casa de sua amiga Mancinni, e o reconheceu: era Paulo. Paulo também se apaixonou por ela, contudo era filho de Ferdinando Mancini - um dos cavaleiros mais ricos e poderosos da região, que gostaria que seus filhos fizessem casamentos que favorecessem os negócios da família. Ela pediu a intercessão de Jesus, que seu amor fosse possível. Esse é o primeiro milagre: Margherita e Paulo casaram-se, mesmo vindo de classes distintas.


Teve uma vida conjugal difícil, devido aos hábitos da nova família e ao caráter violento do marido. Com seu empenho e orações, conseguiu convertê-lo. Viveram anos como camponeses. Após a morte do marido, vítima de assassinato, por traição do chefe do Feudo. O pai de Paulo, Ferdinando Mancinni, o sogro de Margherita levou os garotos, para lhes ensinar a batalhar, a fim de, posteriormente, vingarem a morte do pai. Na hora da batalha, foram pegos em emboscada. Com o objetivo de protegê-los, a santa os enviou para um convento distante. Contudo, as freiras abrigavam leprosos, que transmitiram sua doença aos filhos de Margherita, os quais não sobreviveram.

Viúva e sem os filhos, manifesta a vontade de ingressar no mosteiro das irmãs Agostinianas, que só aceitavam jovens solteiras. Ficou muito tempo refugiada na casa dos sogros. Ainda assim, começou a cuidar de doentes da lepra, e a curar enfermos.


Finalmente fizeram uma exceção e aceitaram a santa em sua comunidade. Esta foi um exemplo de vida religiosa, com suas orações e suas mortificações. Ela se devotou especialmente a cuidar de irmãs doentes e a aconselhar pecadores. Por 14 anos, até sua morte, trouxe na testa um estigma, associando-se, assim, à paixão de Cristo. Morreu no Mosteiro de Cássia, em 1457 e foi canonizada em 1900. São-lhe atribuídos tantos e tão extraordinários milagres que é tida como "advogada das causas perdidas e a santa do impossível". É também protetora absoluta das mães e esposas que sofrem pelos maus-tratos dos maridos

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